Melhor Queijo Minas Artesanal do Estado é de Tiradentes, região de Campo das Vertentes

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Escolha foi feita durante concurso em Belo Horizonte com a disputa de produtores de sete regiões de Minas Gerais

 BELO HORIZONTE (23/06/2016) – O Queijo Minas Artesanal do município de Tiradentes, da região de Campo das Vertentes, e feito pela produtora Lúcia Maria Resende foi o grande vencedor do 9º do Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal. A disputa foi realizada nesta quinta-feira, (23/06), no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte, durante a Megaleite 2016. Foram escolhidos os cinco melhores queijos de Minas Gerais, entre 27 concorrentes. O concurso foi promovido pela Emater-MG, em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura e com a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando.

A vencedora foi representada, durante a premiação, pelo técnico da Emater-MG, Odair José Gerônimo, responsável pela assistência técnica na região. A produtora fábrica o queijo Sabor da Serra, no Sitio da Conquista. Lúcia Maria Resende produz em média 10 queijos por dia, comercializados na região.

Em segundo lugar no concurso ficou o produtor José Maria de Oliveira, do município de Rio Paranaíba (região do Cerrado); seguido por Geraldo Moreira da Silva, do município de Serra do Salitre (região Serra do Salitre); José Baltazar da Silva, também de Serra do Salitre (região Serra do Salitre) ficou em quarto lugar; e na quinta colocação ficou Reinaldo de Faria Costa, do município se Vargem Bonita (região da Canastra).

Os queijos foram avaliados de acordo com os critérios de apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato. A comissão julgadora do concurso foi formada por nove integrantes. Entre eles, profissionais da extensão rural, inspeção e gastronomia, além de pesquisadores e professores universitários.

Participaram do concurso concorrentes das sete regiões produtoras de Queijo Minas Artesanal: Serro, Canastra, Araxá, Campo das Vertentes, Cerrado, Triângulo Mineiro e Serra do Salitre. Todos os produtores recebem orientação da Emater-MG e têm suas queijarias cadastradas no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

“O Queijo Minas Artesanal é uma das iguarias mais tradicionais de Minas Gerais. O queijo representa o Estado não só pela tradição, mas também pela qualidade. E a Emater-MG tem trabalhado para valorizá-lo e divulgá-lo cada vez mais. Além disso, as ações da empresa também estimulam a qualidade do produto e sua comercialização”, afirma o presidente da Emater-MG, Glenio Martins.

 

Valorização e Divulgação

O Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal tem como objetivos valorizar e divulgar uma das mais tradicionais iguarias de Minas Gerais. Os participantes da etapa estadual foram classificados após vencerem os concursos regionais do Queijo Minas Artesanal.

“O concurso proporciona aos vencedores mais visibilidade ao produto, além de agregação de valor. Os produtores que vencem a disputa conseguem vender os seus queijos com um preço bem melhor no mercado. Estamos na 9ª edição e cada ano percebemos o interesse e empenho dos produtores em produzir um queijo diferenciado e com características que valorizam a tradição mineira. É um produto tipicamente mineiro e que vai se aperfeiçoando a cada dia”, afirma a coordenadora estadual do Programa de Qualidade do Queijo Minas Artesanal da Emater-MG, Marinalva Soares.

A Emater-MG orienta os produtores sobre adequações das queijarias, currais e anexos, obtenção higiênica do leite, tratamento de água, controle sanitário do rebanho, boas práticas agropecuárias, boas práticas de fabricação e exigências da legislação vigente. A empresa também exerce um papel importante na mobilização e organização dos produtores.

 

Queijo Minas Artesanal no Estado

O Queijo Minas Artesanal mantém as características de produção artesanal, a partir de mão de obra familiar, com produção em baixa escala e utilização de leite cru (não é permitido leite pasteurizado). “O Queijo Minas Artesanal é apreciado graças ao conhecimento passado entre gerações e às suas características peculiares. O modo artesanal da fabricação foi, inclusive, registrado como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional”, destaca Marinalva Soares.

O reconhecimento das regiões é respaldado por estudos que avaliam o processo de fabricação e as características peculiares do local de origem, como a história, a economia, a cultura e o clima, entre outros. Ao todo são cerca de 9 mil produtores distribuídos nas setes regiões produtoras de Queijo Minas Artesanal. Estima-se uma produção de 40 toneladas por dia, movimentando R$ 480 mil.

A Emater-MG orienta os produtores sobre adequações das queijarias, currais e anexos, obtenção higiênica do leite, tratamento de água, controle sanitário do rebanho, boas práticas agropecuárias, boas práticas de fabricação e exigências da legislação vigente. A empresa também exerce um papel importante na mobilização e organização dos produtores.

 

 

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Foto: Thiara Vieira/Emater-MG

 

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